Cachopo – Barranco do Velho (29,1 Km)

Ficha Técnica

Ponto de partida: Junto ao largo da Igreja Matriz de Santo Estêvão

Coordenadas GPS do ponto de partida: 37º19´58.83´´N 7º49´00.32´´O

Extensão: 29,1 km

Grau de dificuldade (Sentido recomendado): V – Muito difícil

Duração (aproximada): 8 h

Altitude Mínima: 264 m

Altitude Máxima: 506 m (Alcaria Alta)

Subida acumulada: 1280 m

Descida acumulada: 1160 m

Disponibilidade de água: Sim

Mercearias locais: Sim

Época Aconselhada: setembro a maio, embora a primavera seja a época mais aconselhada, pela sua beleza florística e pelas condições climatéricas.

Cartografia: Traçado do percurso nas Cartas Militares de Portugal nº 581 e 589 proveniente do Instituto Geográfico do exército, com escala de 1:25000.

Descrição do Itinerário
O 5º sector oferece uma paisagem espetacular. Embora grande parte deste sector tenha sido fustigada pelo grande incêndio de 2012, o que deixou marcas que continuam visíveis e que irão perdoar por alguns anos, a vegetação começa a regenerar-se. Aqui terá o prazer de caminhar em plena Serra do Mú ou do Caldeirão e daí ser um dos percursos mais exigentes, com um relevo muito sinuoso e acidentado, com subidas que o irão elevar ao topo de onde conseguirá ter vistas panorâmicas que não o deixarão indiferente e onde lhe apetecerá respirar bem fundo, e nas descidas encontrará as zonas de vales verdejantes e linhas de água. Com inicio no centro de Cachopo, rumo a ocidente, a saída da aldeia é marcada por uma bela paisagem florestal, com grandes sobreiros e densos matos de medronheiros, urzes e estevas. Vários aglomerados habitacionais serão visitados, como Currais, onde se comercializam alguns produtos típicos da serra, incluindo aguardente de medronho e mel; Alcaria Alta, com uma fascinante panorâmica sobre a serra e, posteriormente Castelão, onde se destaca a arquitetura tradicional. Após a passagem por este simpático local chega-se à ribeira de Odeleite, um local de inegável beleza natural, onde o caminhante pode desfrutar de um merecido descanso, antes de iniciar a longa ascensão até Parises.
Parises é um local de paragem obrigatório para recompor as energias, e é aqui que a Via Algarviana se cruza com a “Rota da Cortiça”, um projeto importante na região em torno da valorização da cortiça. Aqui poderá ainda apanhar a Ligação 1 da Via Algarviana até à bela vila de São Brás de Alportel, onde a tradição é rainha e que merece bem uma visita!
Em direção a Oeste, atravessam-se os Barrancos do Bufo, Javali e o Corgo de Loulé. Atinge-se o Cerro da Relva, onde a vista é ampla: a Norte, os Montes Novos, a Este, Parises e a Oeste o Barranco do Velho. O caminho leva-nos para a foz da ribeira do Vale Formoso, afluente da ribeira de Odeleite e mais tarde chega-se ao Barranco do Velho.
Nesta aldeia, a cortiça tem elevado valor económico. Vale bem a pena conhecer melhor a povoação, adquirir os produtos da terra, no restaurante, no café, na loja de artesanato e na destilaria de aguardente de medronho que aí existe.

Mapa Setor 5

 

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