Vila do Bispo- Cabo de São Vicente ( 16,6 Km)

Ficha Técnica

Ponto de partida: Parque de estacionamento junto à Igreja Matriz de Vila do Bispo

Coordenadas GPS do ponto de partida: 37º04´58.43´´N 8º54´33.96´´O

Extensão: 16,6 km

Grau de dificuldade (Sentido recomendado): II – Fácil 

Duração (aproximada): 5 h

Altitude Mínima: 37 m

Altitude Máxima: 91 m

Subida acumulada: 160 m

Descida acumulada: 211 m

Disponibilidade de água: No Início e no final

Mercearias locais: No Início e no final

Época Aconselhada: Setembro a maio, embora a primavera seja a época mais aconselhada, pela sua beleza florística e pelas condições climatéricas.

Cartografia: Traçado do percurso nas Cartas Militares de Portugal nº601 e 609 proveniente do Instituto Geográfico do exército, com escala de 1:25000.

Descrição do Itinerário
Este último setor da Via Algarviana desenvolve-se em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, uma das áreas protegidas mais belas e valiosas do país. Ao longo deste percurso poderá encontrar diversos endemismos florísticos, paisagens costeiras únicas e, com sorte, pode mesmo observar algumas aves raras e emblemáticas desta zona, como a gralha-de-bico-vermelho (Pyrrhocorax pyrrhocorax) ou o falcão-peregrino  (Falco peregrinus).
Da Igreja Matriz de Vila do Bispo o percurso, desenvolve-se aproximadamente 4km para Sul, passando junto ao cemitério, entrando depois nos campos agrícolas, a maioria abandonados e parcialmente renaturalizados pelos matagais típicos desta região. O pastoreio ainda é regular e a presença de gado bovino é também frequente nalgumas partes deste trajeto. O relevo é bastante suave e, à exceção de umas poucas colinas que surgem no horizonte, o percurso apresenta um grau de dificuldade baixo.
O percurso passa junto de pequenos montes rurais, como o de Catalão e o de Vale Santo, situando-se este último numa das zonas mais interessantes para observar aves. Os extensos campos cerealíferos e as pastagens aí existentes, formam o habitat de algumas espécies pouco comuns, como o sisão (Tetrax tetrax). Na migração outonal, este é, ainda, um dos corredores mais utilizados por aves de rapina em passagem. É também na zona do Vale Santo que a Rota Vicentina (GR11) intercepta a Via Algarviana.
Já com o Farol de S. Vicente presente no horizonte, o caminhante pode ainda visitar a Praia do Telheiro. A parte final do percurso desenrola-se por campos agrícolas abandonados e, à chegada da EN268, aqui a Via Algarviana junta-se também à Ecovia do Litoral e segue a sua pista até ao Cabo de São Vicente. O misticismo deste local, associado ao belo pôr-do-sol sobre o mar e a toda paisagem deslumbrante, faz deste local um dos que não serão certamente esquecidos. E assim termina a grande viagem pelo território Via Algarviana.

 

Mapa Setor 14

 

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