4º dia - Travessia da Via Algarviana
A aventura continua!
Hoje, a caminhada foi pequena, cerca de 15km, mas nem por isso menos rica em experiências. A partida da Cova dos Mouros decorrreu num ambiente matinal muito belo, cheio de cantos de aves, paisagens coloridas e ribeiras correntes. A chegada a Vaqueiros, providencial, colminou com um bom pequeno almoço no snack bar no centro da aldeia, onde sandes de pão caseiro e presunto deliciaram os viajantes famintos. Daí, passando pela igreja local, o caminho embrenhou-se na serra , e pouco a pouco, começou a revelar-se exigente, "aquecendo" bem as pernas aos caminhantes.
A serra do Caldeirão começa a revelar-se e com ela o sobreiral. As subidas e descidas mais periódicas, exigem mais de nós, mas também nos dãp bons momentos de admiração, perantes as paisagens únicas desta região.
Chegámos assim à aldeia de Amoreira. E aqui, o dia ganhou um novo entusiasmo! A pequena população local recebeu-nos com alegria, simpatia e houve um pouco de tudo, até momentos de dança!! Sim, entenderam bem! dança! Alguns dos nossos companheiros, enredados no ambiente festivo, dançaram com uma das senhoras da aldeia, por sinal boa dançarina e também entusiasta da musica em cassete!! Uma autêntica DJ!
Após bons momentos de conversa e descanso, sem esquecer do agradável café oferecido pelo Nuno, partimos para Casas Baixas, onde nos acomodámos por hoje. Foi aí que a dona Otília nos recebeu e onde iriamos jantar um belo javali estufado. Queijo fresco, vinho, pão caseiro e laranjas acompanharam o resto da ementa, tudo preparado por esta dinâmica senhora. Fômos ainda a Cachopo visitar os Museus aí existentes e conhecer de perto as actividades tradicionais desta região, como a tecelagem com tear de madeira e todo o ciclo do linho.
Enfim, esta viagem está a tornar-se uma verdadeira universidade experimental, não esqecendo a rica componente gastronómica! Pois, claro, após km de caminhada um belo jantar é sempre bem vindo!!
Começam também a surgir os primeiros inidicios de fatiga física: pés doridos e algumas bolhas. Mas nada de muito sério. A equipa de corajosos caminhantes continua em marcha e amanha juntarse-ão a eles vários outros companheiros que durante o fim de semana partilharão das aventuras.
A Via Algarviana é assim: um espaço de grande convivio, de camaradagem e, claro, de grandes caminhadas onde a serra algarvia mostra o seu verdadeiro valor natural.
Faltam 10 dias e cerca de 238km!
JSM
Hoje, a caminhada foi pequena, cerca de 15km, mas nem por isso menos rica em experiências. A partida da Cova dos Mouros decorrreu num ambiente matinal muito belo, cheio de cantos de aves, paisagens coloridas e ribeiras correntes. A chegada a Vaqueiros, providencial, colminou com um bom pequeno almoço no snack bar no centro da aldeia, onde sandes de pão caseiro e presunto deliciaram os viajantes famintos. Daí, passando pela igreja local, o caminho embrenhou-se na serra , e pouco a pouco, começou a revelar-se exigente, "aquecendo" bem as pernas aos caminhantes.
A serra do Caldeirão começa a revelar-se e com ela o sobreiral. As subidas e descidas mais periódicas, exigem mais de nós, mas também nos dãp bons momentos de admiração, perantes as paisagens únicas desta região.
Chegámos assim à aldeia de Amoreira. E aqui, o dia ganhou um novo entusiasmo! A pequena população local recebeu-nos com alegria, simpatia e houve um pouco de tudo, até momentos de dança!! Sim, entenderam bem! dança! Alguns dos nossos companheiros, enredados no ambiente festivo, dançaram com uma das senhoras da aldeia, por sinal boa dançarina e também entusiasta da musica em cassete!! Uma autêntica DJ!
Após bons momentos de conversa e descanso, sem esquecer do agradável café oferecido pelo Nuno, partimos para Casas Baixas, onde nos acomodámos por hoje. Foi aí que a dona Otília nos recebeu e onde iriamos jantar um belo javali estufado. Queijo fresco, vinho, pão caseiro e laranjas acompanharam o resto da ementa, tudo preparado por esta dinâmica senhora. Fômos ainda a Cachopo visitar os Museus aí existentes e conhecer de perto as actividades tradicionais desta região, como a tecelagem com tear de madeira e todo o ciclo do linho.
Enfim, esta viagem está a tornar-se uma verdadeira universidade experimental, não esqecendo a rica componente gastronómica! Pois, claro, após km de caminhada um belo jantar é sempre bem vindo!!
Começam também a surgir os primeiros inidicios de fatiga física: pés doridos e algumas bolhas. Mas nada de muito sério. A equipa de corajosos caminhantes continua em marcha e amanha juntarse-ão a eles vários outros companheiros que durante o fim de semana partilharão das aventuras.
A Via Algarviana é assim: um espaço de grande convivio, de camaradagem e, claro, de grandes caminhadas onde a serra algarvia mostra o seu verdadeiro valor natural.
Faltam 10 dias e cerca de 238km!
JSM

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